terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Selo' [aaaaaaaaaaaaa] *-* #amomuitotudoisso

Heyheyyyy'Maix um selooo' Fazia tempo que eu não os via' ';; Ganhei da Peeh' do blog http://amantesdiamantes.blogspot.com/ ---Thanks' guria' adoreý'---


Reeeeegras':
1) Falar dez coisas sobre você.
2) Passar o selo para dez blogs
3) Avisar cada blogueiro.

Entãããão':
1) Eu sou do signo de áries e nasci no mesmo dia que Adolf Hitler' *-*
Adoro o número 7.
Eu acredito em gnomos.' ';;
Gosto de assistir vlogs'
Sou viciada em Clarice Lispector e C.F.Abreu.
Faço curso de Francês *-*
Amo muito-mesmo-ultra Harry Potter.
Toco Guitarra e violino.
Sou guitarrista de uma banda chamada #Líliff


PS.: Pra quem nãão saaabe, 'selos' são como reconhecimentos, trocados no mundo dos blogs! (: Fiquem de boa, pessoas'

#Au Revoir'

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Ela não tinha mais nada pra dizer...



Precisava chorar com urgência tão sufocante, que sentia como se aquelas lágrimas fossem a única forma, de apagar toda aquela página dramaticamente escrita com dores e saudades. Era daquele choro que ela precisava pra levar embora todo o frio que seu coração sentia. Mas... não conseguia. Chorar era tão difícil naquele momento, quanto fugir de si mesma e aceitar que era o fim.

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

Brevemente sobre erros, mudanças e amizade.

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Todo mundo erra... E geralmente, tem direito a uma segunda chance pra mostrar que aprendeu e se arrependeu. Comigo é diferente. Me acusam de um erro que não cometi sem ao menos parar pra ouvir o que tenho pra dizer; afinal, de que valem as minhas palavras, diante da ausência de provas?! Ninguém lembra quem sou, os meus ideais, minhas atitudes antigas ou qualquer que seja o momento passado, diante da sentença por um delito inventado dita por alguém de maior importância. Eu não tenho provas. Logo, não sou ninguém.
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O tempo sabe exatamente como ser sutil com as mudanças, que quando finalmente conseguimos nota-las, tudo já tem se tornado irreconhecível.
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Amizade aguenta. Sustenta. Confia. E não é um simples contexto de mentiras repetidas até parecerem reais que vai nublar o que passou. O que foi vivido vai além de fatos fingidos com perfeição. Ou deveria.
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terça-feira, 12 de outubro de 2010

Dos extremos ao meio termo.


Um sentimento entre alívio e frustração. Era uma mistura de saudade com a vontade de seguir e esquecer; uma dor palpitando na euforia mentirosa de estar sutilmente feliz . Tornou-se alguém irreconhecível, mas gostava de ser assim. A incompreensão inundava cada um de seus pensamentos. Aquele novo mundo parecia programado pra reagir pateticamente bem a todas suas atitudes e sinceramente, aquilo a deixava com náuseas. Pela primeira vez, no meio termo. Pronto. Essa era a definição exata. “No meio termo”. Nem bem, nem mal. Com uma crescente vontade de fugir, freada pela curiosidade sem tamanhos de conhecer o que ainda está por vir. Dia após dia. Sussurrando sentimentos com a intensidade de gritos, superando perdas com a lentidão arrastada e dolorosa de sentir o sangue pulsar sob um hematoma. Noite após noite. Acordada sozinha durante as madrugadas, observando o latejar do pulso cortado e imaginando uma nova maneira de se distanciar de tudo e poder voltar quando bem entender. Ela vive. Vive e isso basta.

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Sem lembranças.

Sem lembranças.
-Garçon, vocês tem esquecimento aqui?!
-Temos sim, senhora.
-Ótimo, então me vê três doses.
-Mas... A senhora tem certeza?! Essa é uma bebida forte, o efeito pode ser desagradável.
-Desagradável do tipo que me faça esquecer quem sou?!
-Não senhora. Mas do tipo que faz os últimos seis anos, pelo menos, desaparecerem por inteiro.
-Ah... -Pensou com calma, calculou um pouco, tomou coragem- Então eu quero sete doses concentradas.


Seria ótimo se fosse apenas isso. É tentador, o sonho de um dia poder esquecer tudo.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

"Se entre amigos não poder imperar a verdade, o diálogo, e a confiança, me perdoe, mas amizade não faz sentido."

domingo, 12 de setembro de 2010

[???] -brevemomentodeinsanidade-

-Hey! Onde está meu coração?
-Nossa! Quase me esqueci dele... Mas está aqui. Guardado comigo em algum lugar.
-Ah...
-O que foi?
-O quero de volta... –disse sem graça.
-Mas naquele dia você disse que era meu.
-Ele foi seu...
-E agora? Ele é de outra pessoa?
-Não. Ele agora é MEU. De novo. Só meu. –ela respondeu calma.
-Não entendo. Deixe-o comigo.
-Não posso. Preciso cuidar dele. Quem sabe um dia talvez...
-Eu cuido dele.
-Como está cuidado? Não, obrigada. Desculpe amor, mas preciso do meu coração de volta.
-Você nunca está satisfeita neah!
-Não quero mais conversar sobre isso. Apenas devolva-ve. Agora.
- (risos e silêncio)
-O que foi?
-Não vou devolvê-lo.
-Como não. Isso é uma ordem. EU QUERO MEU CORAÇÃO OUTRA VEZ.
-Não.
-Você está louco?
-Não. Mas vou ficar com seu coração pra preencher o espaço vazio que ficou aqui desde o dia que você roubou o meu.
-Eu não roubei nada.
-Roubou sim.
-Devolva-me meu coração.
-Fique com o meu.